Divulgada nova identidade digital que reúne CPF, CNH e título de eleitor. Veja

Imagem: Reprodução/Google

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou, a nova etapa de implantação do Documento Nacional de Identidade (DNI) ou carteira de identidade digital. A questão sob o novo formato começará em março, no entanto, apenas para funcionários da Justiça Eleitoral e demais órgãos da esfera pública.


A atualização do documento traz dispositivos que prometem garantir mais segurança contra falsificação, além de conter mais informações sobre o cidadão, tais como:


  • título de eleitor;
  • numeração da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • CPF;
  • inclusão do nome social sem necessidade de mudança no registro civil;
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • documento de identidade profissional;
  • certificado militar;
  • Números do NIS/PIS/Pasep; e
  • carteira nacional de saúde.

Para quem não sabe, o DNI faz parte do Programa Nacional de Identificação Civil (ICN), criado pela Lei nº 13.444/2017. De certa forma, pretende inaugurar um sistema nacional integrado de identificação do cidadão, que pode ser utilizado em todo o território nacional.


Quando o serviço estará disponível para outros cidadãos?


A princípio, a partir de agosto, os cidadãos domiciliados no estado de Minas Gerais também terão acesso ao novo documento. A unidade federativa foi escolhida de acordo com o acordo de cooperação assinado no final de 2021, com a expectativa de emissão do DNI também pelo Instituto Estadual de Identificação.


No decorrer de 2022, cidadãos de outros países do Brasil também poderão emitir o DNI. O objetivo é que o novo documento de identidade seja acessível a toda a população brasileira a partir de fevereiro de 2023.


Como é que isso vai funcionar?


O cidadão poderá gerar o documento digital através de um aplicativo, que estará gratuito e disponível para smartphones e tablets com sistemas operacionais Android e iOS instalados. A ferramenta utilizará o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e as tecnologias do TSE.


Após a instalação do aplicativo DNI no celular, o cidadão deve preencher um pré-cadastro com suas informações pessoais, tais como: nome, CPF, filiação, data de nascimento, endereço de e-mail, número de telefone, além da senha de escolha do usuário.


Utilizando dados biométricos, ou seja, exclusivos para cada indivíduo, o documento digital prevê melhorar a segurança do cidadão, evitando que fraudes relacionadas a dados pessoais sejam possíveis.

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