Auxílio emergencial: Saiba por que as chances de prorrogação estão menores

Imagem: Reprodução/Google

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, texto que abre o tão cobiçado espaço no Orçamento, foi aprovada pela Câmara dos Deputados. A medida tem como objetivo liberar dinheiro para que o governo possa turbinar o Auxílio Brasil sem desrespeitar o teto de gastos.


Sem a PEC, a equipe do presidente Jair Bolsonaro não poderia cumprir a promessa de elevar o valor médio do benefício para R$ 400. Para complicar ainda mais a situação, a lei que suspende o Bolsa Família entra em vigor no próximo dia 10.


Em meio a esse impasse, milhões de brasileiros também se preocupam com o fim do auxílio emergencial. O último depósito do programa foi realizado no dia 31 de outubro, mas sem uma decisão sobre o Auxílio Brasil, surgiu a possibilidade de prorrogação dos pagamentos.


Entretanto, as chances de que o governo edite uma Medida Provisória (MP) para pagar novas parcelas do auxílio emergencial diminuíram bastante. A aprovação da PEC dos Precatórios na Câmara é um forte sinal que o Congresso tem como foco o lançamento do Auxílio Brasil, e não a extensão do programa emergencial.


Realmente é o fim?


Tudo indica que não haverá prorrogação, mas isso não é impossível. Considerando que a PEC ainda precisa receber novos avais antes de entrar em vigor, muita coisa ainda pode acontecer.


Na Câmara, o texto precisa ter seus destaques aprovados, além de receber o aval no segundo turno. Em seguida, é a vez do Senado Federal dar o sim ao projeto. Embora o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, já tenha afirmado que vai ajudar na votação, o governo tem encontrado dificuldades em ter seus projetos aprovados pelos senadores.


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