Aposentadoria por invalidez: Saiba quais são as doenças que dão direito

Imagem: Reprodução/Google


Para liberar a aposentadoria por invalidez, alguns cálculos são feitos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Além disso, o nome também mudou. Agora é aposentadoria por incapacidade permanente, segundo o INSS.


É feita uma análise dos salários de contribuição ao longo dos anos. De julho de 1994 até a data de afastamento do trabalhador. Dessa forma, quando a pessoa sofre algum tipo de incapacidade permanente ela tem um direito garantido à aposentadoria por invalidez.


Por outro lado, a grande dificuldade algumas vezes é conseguir provar tal incapacidade. Nesse período, enquanto ainda se analisa se o quadro é ou não reversível, a pessoa recebe o chamado auxílio doença, antes de partir para a aposentadoria.


Como conseguir a aposentadoria por invalidez


Não basta apenas que o trabalhador procure se aposentar alegando a incapacidade de voltar ao trabalho. Por exemplo, é preciso passar por exames, sendo a perícia médica.


É preciso ainda apresentar os sintomas e outras formas de validação do pedido. Além disso, o trabalhador precisa ter contribuído por pelo menos 12 meses ao INSS.


Veja a lista de doenças sem o cumprimento da carência


Em alguns casos, os segurados não precisam cumprir com o período de carência. Veja só a lista com cada doença:


  • Tuberculose ativa;
  • Hanseníase;
  • Alienação mental;
  • Neoplasia maligna;
  • Cegueira;
  • Paralisia irreversível e incapacitante;
  • Cardiopatia grave;
  • Mal de Parkinson;
  • Esclerose Múltipla;
  • Espondiloartrose anquilosante;
  • Nefropatia grave;
  • Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
  • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida — AIDS;
  • Contaminação por radiação com base em conclusão da medicina especializada;
  • Hepatopatia grave;
  • Tuberculose Ativa.

Requisitos para ter direito à aposentadoria por invalidez


Para conseguir o benefício é preciso seguir algumas regras comuns, de acordo com o INSS. É preciso, assim, ter no mínimo 12 contribuições recolhidas pelo instituto.


Além disso, no momento da incapacidade, a pessoa precisa estar na condição de segurado. Outro fator essencial é o atestado médico, com base na perícia, que comprove a incapacidade permanente.

Post a Comment

Postagem Anterior Próxima Postagem