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Os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tem as maiores taxas de população idosa e pior situação fiscal, Entenda.


Era 27 de novembro de 1937, 17 dias após a criação da ditadura varguista com o Estado Novo na cerimônia de Promoção Getúlio, no Rio de Janeiro, para incendiar a bandeira do estado.


Um a um, o pavilhão queimou em uma pira em ação simbólica para demonstrar a unidade nacional, mas com o efeito prático de reduzir a independência do estado marcado do país até então.


Houve muitos tumultos e até guerras civis pelo país no passado para garantir esta união.


Em 1893, a Revolução Federalista se opôs aos estados do Sul (exceto São Paulo, que fazia parte da região na época) contra o governo central. A guerra terminou com 12.000 mortos, dos quais 2.000 foram decapitados.


Vitória de Floriano Deixando de lado outras sugestões, o governador Hercílio Luz daria o nome de Florianópolis "a cidade de Floriano", uma década de 1960-2000. Em Ston, um aço típico com 200 pessoas baleadas na ilha acabará com a honra.


As razões para esses tumultos não são surpreendentes. Em um país com 15 milhões de pessoas e 1 milhão de eleitores (dos quais apenas 336.000 ou 2,2% da população de fato, votos), o federalismo ganhou ainda mais peso.


Até o ditador Varguista, o Estado continuou a manter seu próprio exército com artilharia e tanques que eram frequentemente usados para impedir a intervenção federal.


Apesar disso, isso mudou radicalmente. O Estado brasileiro tem perdido consistentemente sua independência, comprometendo-se com a ideia da República Unida do Brasil e o que criou uma imensa perda.


Saltando, então na Constituição Federal de 1988, nossa 7ª "Carta Magna", a falta de autonomia tornou-se evidente, mesmo na forma de coleta e alimentação. Os sindicatos, por meio da participação, começaram a tomar para si grande parte do bolo da tributação.


Os impostos, neste caso, dependem da diferença básica entre a participação (que é recolhida para uma finalidade específica) e as dicas simples tributária (finalidade geral) previstas na Constituição, o imposto deve ser dividido pela união com os estados e municípios, enquanto a participação não é compartilhada.


O resultado é que hoje a União concentra 70% de seus recursos, sendo 24% do estado e 6% dos municípios.


A situação não cria muitos problemas quando, seguindo o exemplo, o governo federal cria sua própria moeda e se financia pela inflação através de seus bancos estatais.


A onda, que levou o Brasil a uma inflação de 14% em 25 anos, resultará em um aumento inverso da desigualdade e da pobreza, mas no momento os gastos do Estado são apoiados.

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Forçado por planos reais e, posteriormente, pela lei de responsabilidade financeira para conviver com o que arrecada, o Estado começa a enfrentar sérios problemas.


A falta de autonomia, mas cobrança ilimitada de órgãos federais também tem impostos, normas administrativas e previdenciárias que estão em Brasília, com pouca ou nenhuma diferença entre eles.


O ambiente competitivo visto em outras federações, como a disputa econômica entre o Texas e a Califórnia nos Estados Unidos, não está aqui.


Por exemplo, por que muitas empresas se estabeleceram em Austin, capital do Texas, fugindo da área de São Francisco da Califórnia.


No Texas, as regras de construção são mais flexíveis, tornando o Estado um lugar mais barato para se construir, algo que cria um impacto significativo no custo dos negócios.


Enquanto no Vale do Silício uma pessoa tem que gastar R$ 64.000 em média em habitação em Austin, o custo cai para R $ 35.000 que é  R$ 29.000 menos em custos, o que torna-o um lugar atraente para jovens empreendedores.


A concorrência interestadual promove disputas, melhorou o ambiente de negócios, a inovação e a qualidade de vida.


Os instrumentos tributários também variam de estado para estado, com impostos sobre a propriedade e imposto de renda variando de acordo com o federal.


Em nossa falsa federação, o Estado brasileiro cabe a Brasília agir. Nenhuma boa inovação e problemas cumulativos.


Essa falta de autonomia se estende a outras áreas. Tomemos, por exemplo, o mínimo constitucional em saúde e educação.


Eles determinam quais estados investem 15% e 20% de seus orçamentos em ambas as áreas, respectivamente. O problema, no entanto, é que a população americana é diferente.


Estados mais jovens, populações como a Bahia, são obrigados a usar o mesmo percentual de estados mais velhos, como o Rio Grande do Sul ou o Rio de Janeiro.


O resultado é que, embora o número de alunos da rede pública tenha caído de 1,5 milhão para 900 mil nos últimos 20 anos, e a população idosa tenha aumentado 181% no período, os compromissos de gastos permaneceram os mesmos.


Enquanto os do Rio de Janeiro acima dos 60 anos representam 19,3% da população e 19% do Rio Grande do Sul, os baianos na mesma faixa etária subiram para 14,3% (abaixo da média nacional de 15,4%).


As populações mais velhas precisam regularmente de mais recursos para investir em saúde, mas não apenas isso. Mais compromissos também estão sendo feitos nos gastos com aposentadorias.


Não por coincidência, o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro são os estados que mais gastam com aposentados.


Cerca de 56% da força de trabalho no Rio Grande está fora do Sul, consumindo a maior parte dos gastos com pessoal que deve atender a população por meio de serviços públicos.


Na economia, o problema também é afetado pelo modelo tributário nacional. Com fortes benefícios para os principais setores, ambos os estados acabaram perdendo seu potencial industrial.


Graças a leis federais como a Lei Kandir, que isenta as exportações de ICMS e impostos em cadeia, a indústria paga três vezes mais impostos do que os dois principais setores que os exportadores sem complicar suas cadeias fabris.


Vivemos na realidade federal, podemos ter experiências a nível local. Reforma tributária ou pensões no estado antigo, que o resultado é, norteia o debate nacional.


Como você pode ver, a demografia é um problema incompreensível no Brasil. Estamos crescendo, e não há nada que indique que isso vá mudar. Olhando hoje para os dois estados mais "quebrados" do país, podemos entender o impacto dessa mudança estrutural e ações que mudarão a situação a nível nacional.


No entanto, se você fizer Nosso olhar muitas vezes não captura a experiência local. O planejamento aqui surge de Brasília, o resto e não o contrário.


Use outro exemplo de gasto com pessoal. Enquanto a economia do Rio de Janeiro cresceu pelo menos nos últimos 20 anos, os gastos com pessoal foram os que mais cresceram no país, quase três vezes a média nacional.


O desequilíbrio nas finanças do Rio de Janeiro representa uma ameaça à qualidade dos serviços públicos oferecidos à população.


No mesmo período, o estado do Rio de Janeiro promoveu uma isenção fiscal de cerca de R$ 138 bilhões. As empresas do setor de bebidas receberam crédito de R$ 700 milhões e criaram 60 empregos. Os do setor automotivo, por outro lado, têm todas as fábricas financiadas pelos governos estaduais.


Uma experiência triste para o Rio, mas não ignorada pelo resto do Brasil. A lei federal no setor petrolífero, por outro lado, impede que o investimento estrangeiro seja feito no pré-sal entre 2008 e 2013, precisamente o tempo que um barril de petróleo ultrapassa US$ 100.


Milhares de empregos não serão mais criados. Tudo porque o gabinete em Brasília deve legislar nesse caso.


Olhando para as experiências dos dois estados e a maioria entende que o Brasil vai atingir a mesma idade média da população, podemos aprender sobre a necessidade de reforma, então antecipe os problemas que teremos em 10 anos.


Temos uma oportunidade única de visualizar a prática de como os impostos, as situações administrativas e legais se comportam contra uma população em rápido envelhecimento.


No entanto, gostamos de ignorar os números. Continuamos assessoramos nas conversas por Meio de Brasília, uma perda de oportunidade que pode esclarecer muitos dos nossos problemas.


Os dois estados populacionais mais antigos do país também são os dois piores fechados financeiramente. Se não puder nos manter alertas e garantir que outros estados possam se ajustar a tempo, é um sinal de que falhamos com base em aprender com nossos próprios erros e experiências.