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12 de outubro: Especialistas indicam os melhores investimentos paras seus filhos.


Em busca de maior rentabilidade, os pais migraram a poupança de seus filhos para ativos mais arriscados e, portanto, melhores prêmios, mas o movimento tranquilo e efetivo acompanhou essa mudança na destinação dos recursos: a educação financeira da criança.


Falar sobre dinheiro em casa explica que alguns dos subsídios devem ser reservados para fins futuros e manter a consistência no uso é apenas algumas das notícias diárias de centenas de famílias que decidiram introduzir relações com dinheiro na vida de menos pessoas. Mais de 12 mil crianças e adolescentes com menos de 15 anos estão na B3, a Bolsa de Valores brasileira. Esse número, embora tímido, acompanha a evolução dos investidores de varejo no mercado nacional de capitais.


Mas será que uma conta poupança é uma opção para recursos (afinal, a rentabilidade atual é de 1,4% ao ano, abaixo da inflação) para investir o dinheiro do seu filho?



Para Betina Roxo, estrategista-chefe da Rico, alguns princípios básicos devem ser seguidos pelos investidores em qualquer faixa etária: diversificação, respeito ao perfil de risco e planejamento financeiro. "Os pais precisam entender que suas finanças para não investir para seus filhos e depois retirar dinheiro porque eles não fazem um planejamento familiar adequado", disse ele.


Em títulos, estrategistas recomendam produtos como títulos do Tesouro atrelado ao IPCA (Tesouro IPCA + 2026 e IPCA + Tesouro 2055) que podem pagar juros até 4,5% superiores à inflação nos níveis atuais. Também é considerada uma opção importante para avaliar quem emite os títulos e o risco de transações "pensando em estratégias de longo prazo para as faculdades, por exemplo, é importante considerar o investimento protegido da inflação", disse Betina. Aviso.


Rafael Panonko, analista-chefe da Toro Investimentos, sugeriu que os pais deveriam ser incluídos na educação de seus filhos o hábito de arrecadar dinheiro, apreendendo parte do subsídio de investimento com crianças que não fazem contribuição para isso. Você tem que mostrar à criança que ela pode ter algo no futuro para se ajudar hoje", explicou.


No entanto, a avaliação do especialista é que a contribuição da renda fixa deve ser feita apenas pela contribuição dos recursos das crianças, e não apenas pela diversificação da carteira, mas também de olho na educação financeira.



Em renda variável, os fundos de investimento imobiliário, conhecidos como FIIs, são opções de investimento em uma economia real com baixa volatilidade (em relação às ações) e boas possibilidades de renda. Esses rendimentos reinvestidos com contribuições mensais podem ser um ativo atrativo na panonko dos adultos.


Fundos como MXRF11, BCFF11 e HGLG11 foram apresentados pelos analistas da Toro no fechamento de ontem (9), com a participação de R$ 10,62, R$90,60 e R$172,96, respectivamente.


Para ajudar na estratégia de diversificação no início da jornada de investimentos, vale apostar no fundo, mas sempre avaliar quais taxas administrativas e outros custos estão relacionados à gestão profissional da carteira. No caso dos fundos imobiliários, os fundos (FoFs) melhoram o trabalho de distribuição. Fundos de ações ou fundos multimercados são a opção correta para carteiras de pequenas empresas.


Na Rico, temos fundos de DNA com seis tipos de fundos para diferentes perfis, do conservador ao mais ousado com programas a partir de R$100,00.


A ideia de orientar não só os pais, mas também superar a Genial Investimentos das crianças foi lançada no mês passado, uma carteira com ativos para crianças. No portfólio de papéis genominha como Disney (DISB34), Renner (LREN3) e empresas da indústria de jogos e videogames, as corretoras também zeraram corretores para transações de investidores com menos de 18 anos.


Ao investir além do risco de cada aplicação, os pais devem considerar os impostos e taxas de cada produto, uma vez que esses fatores afetarão o lucro líquido do recurso.


"Crianças e jovens têm seus anos pela frente e podem correr mais riscos do que os adultos. Muitas vezes as pessoas não aceitam renda variável por falta de conhecimento. A partir do momento que você sabe o risco muda a paciência. Ensinar isso às crianças é importante, mas o foco a longo prazo é o que faz a diferença", disse Panonko.